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Do agro, para o agro

Crédito rural em horas,
com a nota fiscal como prova.

A fazenda já emite as notas que provam o que ela fatura e o que gasta. A Coope organiza esse histórico e leva pronto a quem empresta, para o produtor não depender de hipoteca.

25,13%

do PIB brasileiro veio do agro em 2025

Cepea/Esalq-USP e CNA

8,8%

de inadimplência rural, recorde da série

Serasa Experian, 1T2026

1.990

recuperações judiciais no agro em um ano

Serasa Experian, 2025

A safra bate recorde e a inadimplência também. O produtor fatura bem e não consegue provar isso a quem empresta.

Tamanho de mercado

O capital já existe. Falta quem organize o pedido.

O funil parte do dinheiro que já circula no agro, não de uma projeção de adoção. Cada linha traz a conta e a fonte, para você refazer com as suas premissas.

01

Crédito ao agro empresarial, por safra

Plano Safra 2025/26, agricultura empresarial.

Ministério da Agricultura e Pecuária

R$ 516,2 bi

02

Do qual já é capital privado

R$ 516,2 bi anunciados menos R$ 113,8 bi com equalização do Tesouro.

Análise setorial sobre equalização de juros

R$ 402,4 bi

03

Onde a Coope se conecta hoje

Patrimônio líquido dos 145 Fiagros operacionais, que cresceu 204% em dois anos.

Boletim CVM do Agronegócio

R$ 44,7 bi

Diagnóstico

Três lacunas que se reforçam.

Nenhuma delas é nova. O que mudou é que a infraestrutura para resolvê-las amadureceu entre 2024 e 2026.

Fiscal
20%

A conformidade chega tarde demais.

O Livro Caixa Digital é obrigatório acima de R$ 4,8 milhões de receita, mas a escrituração é terceirizada e retroativa. Quando o número aparece, o exercício já fechou — e a janela de planejamento passou.

Arbitramento sobre a receita bruta quando a escrituração é considerada inidônea.

Crédito
204%

O capital já é privado. A originação não acompanhou.

Dos R$ 516,2 bilhões do Plano Safra empresarial, apenas R$ 113,8 bilhões tinham equalização do Tesouro. O mercado de capitais do agro move R$ 534 bilhões — e o produtor chega nele sem dado estruturado.

Crescimento dos Fiagros entre março de 2023 e março de 2025.

Proteção
3,3%

O risco climático fica inteiro dentro da porteira.

O seguro rural subvencionado cobriu 3,3% da área cultivada em 2025, com execução 47,3% menor que em 2024. Para 2026, a projeção recua para 2,78%. O risco não sai da propriedade — e nem do balanço de quem a financia.

Da área plantada nacional teve seguro subvencionado em 2025.

A infraestrutura necessária já existe.

Open Finance maduro

154 milhões de consentimentos ativos em fevereiro de 2026, o maior ecossistema do mundo. APIs FAPI padronizadas, com portabilidade de crédito 100% digital.

154 mi

consentimentos ativos

Nota fiscal na origem

O web service NFeDistribuicaoDFe entrega ao titular todo documento emitido contra o CPF dele. A base de custeio da fazenda já existe estruturada — do lado do Fisco, antes de qualquer digitação.

90 dias

de janela de distribuição

BaaS com marco próprio

A Resolução Conjunta nº 16, de novembro de 2025, é o primeiro marco de Banking as a Service do país. Exige conta de titularidade do cliente final e veda contas-bolsão.

31/12/2026

prazo de adequação dos contratos

A tese

A oportunidade não é construir mais um banco nem mais um ERP agrícola. É construir a camada de orquestração que falta entre os três.

O dinheiro nunca passa por aqui.

A conta é do produtor, numa instituição autorizada. A Coope inicia pagamento sob consentimento e devolve trilha ao financiador — mas não custodia, não mistura e não movimenta recurso em nome próprio.

FiagrofinanciadorProdutorconta no CPF deleFornecedorinsumoCoopeorquestração
dinheirodado e instrução

Res. Conjunta BCB/CMN nº 16/2025 — titularidade individualizada obrigatória, contas-bolsão vedadas

Da nota fiscal até o dinheiro na conta.

O módulo fiscal precede o de crédito porque é ele que produz o insumo do segundo. A sequência não é arbitrária.

01

Ingestão

SEFAZ · Open Finance

Nota fiscal eletrônica pela SEFAZ e extratos multi-instituição sob consentimento.

02

Motor fiscal

LCDPR contínuo

Conciliação extrato ↔ nota, classificação automática e apuração em tempo real.

03

Dossiê de crédito

Lastro auditável

Capacidade de pagamento verificável, derivada do histórico fiscal e transacional.

04

Liquidação

Res. Conjunta 16/2025

Conta de titularidade do produtor em instituição autorizada, com Pix e trava de finalidade.

05

Conformidade

Circular BCB 3.978/2020

KYC, PLD/FT calibrado à sazonalidade da safra, trilha imutável e guarda de 10 anos.

Protótipo funcional

O produto já roda. Você pode abrir e usar agora.

Saldo e projeção

Saldo e projeção

O produtor abre no saldo, não em relatório.

Imposto em tempo real

Imposto em tempo real

R$ 666 mil de diferença entre organizar e não organizar.

Ofertas comparadas

Ofertas comparadas

Custo total, não a taxa da propaganda.

Agente no WhatsApp

Agente no WhatsApp

Recomenda o que pode e explica o que não pode indicar.

Visão da cooperativa

Visão da cooperativa

Sell-out sem carregar risco de crédito.

Como a plataforma ganha dinheiro.

A Coope não empresta, não custodia e não corre risco de balanço. A receita vem de originar, de comprovar economia e de corretagem repassada por parceiro registrado.

Take rate

47%

1% a 3% sobre o crédito originado

Success fee

46%

Percentual sobre a economia tributária comprovada

Rebate

7%

Corretagem repassada por parceiro registrado

Float

zerado

Zerado por desenho — com conta do produtor, o rendimento é dele

A conta, aberta

Uma cooperativa média de Mato Grosso. Nenhum número aqui é resultado: são as premissas, para você refazer a conta com as suas.

Produtores na cooperativa184
Custeio médio por safraR$ 1,5 mi
Take rate sobre o crédito2%
Receita por produtor, no créditoR$ 30 mil
Economia de imposto médiaR$ 285 mil
Success fee sobre a economia10%
Receita por produtor, no impostoR$ 28,5 mil
Por produtor, no anoR$ 58,5 mil
× 184 produtores, só crédito e impostoR$ 10,8 mi/ano

O produtor da demonstração fatura R$ 21,5 milhões e economiza R$ 666 mil de imposto. Ele está acima da média, por isso a conta acima usa R$ 285 mil.

Por que fica difícil copiar depois.

O histórico não se compra

Depende do certificado digital de cada produtor e de meses de notas acumuladas.

Fica entre o produtor e o fundo

Quem organiza os pedidos decide qual financiador enxerga qual operação primeiro.

A cooperativa traz o produtor

Ela ganha vendendo insumo sem financiar ninguém, e por isso indica a Coope ao associado.

Conformidade desde a origem

Quem desenhou conta-bolsão terá que refazer a arquitetura até dezembro de 2026.

Res. Conjunta BCB/CMN nº 16/2025Res. CMN nº 4.935/2021Res. CVM nº 214/2024Res. CVM nº 19/2021Circular BCB nº 3.978/2020IN RFB nº 1.848/2018Res. BCB nº 518/2025Res. CNSP/SUSEP nº 55/2025Lei nº 14.130/2021LGPD nº 13.709/2018Res. Conjunta BCB/CMN nº 16/2025Res. CMN nº 4.935/2021Res. CVM nº 214/2024Res. CVM nº 19/2021Circular BCB nº 3.978/2020IN RFB nº 1.848/2018Res. BCB nº 518/2025Res. CNSP/SUSEP nº 55/2025Lei nº 14.130/2021LGPD nº 13.709/2018

O que ainda não está resolvido.

  • Nada aqui substitui validação de mercado. O protótipo demonstra a tese, não a comprova.
  • O gargalo do cronograma não é engenharia: é credenciamento em BaaS e financiadores, de 60 a 120 dias por parceiro.
  • A dependência de certificado digital do produtor é fricção real de aquisição, sem contorno técnico.
  • Com contas individualizadas, a receita de float deixa de existir. O modelo precisa fechar sem ela.

O produto está de pé. O que falta é credenciamento.

Entre nove e quatorze meses até operar de verdade. O prazo não é de engenharia: cada parceiro de conta e cada financiador leva de 60 a 120 dias para credenciar.

Coope · Do agro, para o agro

Documento de fundamentação. Dados de exemplo, sem integração real ativa. Não constitui oferta de valores mobiliários.